Pesquisas mostram influência das redes sociais na vida do jovem

Adolescentes são seres esquisitos. Se você for um adolescente e estiver lendo isso aqui agora, mil desculpas, mas você vai concordar comigo quando se tornar um adulto.

E essa safra da geração Z tem as suas peculiaridades. Imagina então as da geração Alpha que está vindo! Mas uma coisa que não mudou nos últimos anos é que os jovens não tiram o celular da mão. Seja aqui, seja em qualquer parte do mundo.

{{#values}}
{{#ap}}

{{/ap}}
{{^ap}}

{{/ap}}
{{/values}}

Leia mais

E o que eles mais acessam?, indagou o pai curioso. O Pew Research Center, uma empresa de pesquisa nos EUA, tem a resposta: o Youtube.

Nove em cada dez adolescentes americanos disseram utilizar a plataforma de vídeos regularmente.

Na sequência, quase empatados, aparecem o TikTok, o Snapchat (sim, ele mesmo) e o Instagram.

Apenas 33% afirmaram usar o Facebook e 20% o X (antigo Twitter).

Gráfico: Pew Research Center

A principal queda, com o passar dos anos, foi da rede social de Mark Zuckerberg, que tinha a preferência de 70% dos jovens em 2014 e agora somente 33% em 2023.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 de setembro e 23 de outubro. Foram ouvidos 1.453 jovens dos 13 aos 17 anos.

Você pode acessar todos os dados sobre esse levantamento da Pew Research aqui.

O emprego dos sonhos e as redes sociais

Uma outra pesquisa interessante, realizada pela empresa Remitly, tentou entender qual é a profissão dos sonhos, hoje, em cada país.

E o resultado tem relação direta com o levantamento do Pew Research Center. Já explico.

Antes, é importante destacar o método utilizado pela companhia. A Remitly chegou às conclusões fazendo uma parceria com o Google.

A gigante de tecnologia divulgou, em cada país, qual profissão apareceu mais nas pesquisas junto com a frase “como ser um…”.

Em dezenas de países, as pessoas quiseram saber como se tornar um youtuber ou um influenciador. Isso reflete o conteúdo que esses jovens andam consumindo. É normal querer seguir os passos do seu ídolo.

Essas duas profissões foram as mais buscadas no Japão, por exemplo, e em quase todos os países da América do Sul: Venezuela, Colômbia, Equador, Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Uruguai.

E no Brasil?

Por incrível que pareça, no Brasil o resultado foi diferente. Por aqui, a profissão mais buscada no Google foi de “businessman”, ou homem de negócios na tradução ao pé da letra.

Numa tradução livre (e minha), eu diria que essa palavra em Inglês pode ser traduzida como “empreendedor”. Aí faz mais sentido. E reflete o momento econômico que o país vem passando nos últimos anos.

Vale lembrar que esse levantamento foi feito de acordo com pesquisas no Google e não utilizando um método científico de entrevistas.

Só por curiosidade, as profissões mais buscadas variam bastante nos outros lugares.

Na China, por exemplo, deu nutricionista! Não faço ideia do porquê.Em Portugal, o vencedor foi bombeiro.Na Alemanha, a profissão mais pesquisada foi a de professor.Na França deu advogado, assim como na Nigéria e em Burkina Faso.E escritor foi uma das mais citadas em todo o mundo: Suécia, Finlândia, Noruega, Índia, Paquistão, Zâmbia, Tanzânia, África do Sul, Nova Zelândia, entre outros.

Você pode acessar o mapa global aqui.

As informações são do site Hardware.com.

Pesquisas mostram influência das redes sociais na vida do jovem

COMENTÁRIOS